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domingo, 12 de junho de 2011

Santos Populares na Baixa Lisboeta

Por Carolina Santos

Durante todo o mês de Junho, a Baixa Lisboeta, bem como outros pontos da cidade ribeirinha, vai receber as famosas festas populares.
Os Santos Populares levam todos os anos milhares de pessoas às ruas. Portugueses e estrangeiros juntam-se para festejar e dar continuidade a uma tradição que parece não se querer perder.
Estas festas criam entre todos os habitantes da cidade de Lisboa a sensação de pertença e de união. O orgulho apodera-se de todos nós e é nestas alturas que temos gosto em dizer que somos portugueses e lisboetas.

Não deixem de ir e de fazer parte de um evento que, afinal, é nosso!

sábado, 4 de junho de 2011

Dia dedicado à Política

Por Carolina Santos

Ontem foi dia de ir para a Baixa acompanhar as arruadas do PS e do PSD.
Sem contar com os empurrões, as pisadelas, os encontrões e as mil vezes que ia sendo esmagada por uma multidão de fãs a gritar pelo seu candidato preferido, é, sem dúvida, uma experiência para repetir.
É um ambiente diferente, onde a população parece unir-se em torno de uma causa comum.
Tive ainda o prazer de entrevistar, ainda que por breves momentos, o actor Ruy de Carvalho.

domingo, 29 de maio de 2011

Lisboa Menina e Moça


Mais uma música que nos faz lembrar as magníficas ruas da Baixa Lisboeta.

Carolina Santos

domingo, 22 de maio de 2011

E se acontecer outro sismo?


Por Carolina Santos

Apesar de os edifícios da “Baixa Lisboeta” terem sido os primeiros a nível mundial a serem construídos com protecção anti-sísmica, será que estamos completamente a salvo de quaisquer tipos de consequências das catástrofes naturais? Parece-me óbvio que não.
Vários especialistas em sismos já vieram dizer que se ocorrer outro terramoto idêntico ao de 1755 estima-se que morram mais de 30 000 pessoas. É um número demasiado assustador a meu ver. Vários edifícios, como os hospitais, não estão preparados para suportar um abalo da terra. E mais! Estes mesmos especialistas afirmam que Portugal pode sofrer a qualquer momento um terramoto e um tsunami, como aconteceu recentemente no Japão.
É que, por aquilo que eu entendo, o que está em jogo não são só vidas humanas e bens materiais. Um sismo traz, com certeza, graves consequências para a economia do país.
E como se ainda bastasse, em Julho de 2010 todos os partidos disseram “sim” a um plano nacional que melhorasse as condições de todas as infra-estruturas, como as escolas e os hospitais. Quase um ano depois nada foi feito. Devem estar à espera que lhes caia uma parede em cima!
Perder (de novo) a zona da baixa seria como perder o coração de Portugal.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Cheira a Lisboa


Quando ouvem esta grande música de Amália Rodrigues não vos vem à cabeça a Baixa de Lisboa? Aquele cheiro característico ao fim do dia e a arquitectura que lhe é tão própria?

É ao ouvir esta música que sinto um enorme orgulho em ser lisboeta.

Carolina Santos

A Baixa vista à lupa

Por Bruna Santos

Os turistas contemplam-no. Os residentes preservam-no. A Baixa de Lisboa é, por isso, o local mais visitado da cidade, palco de variedade de funções, de diversidade de rostos, de multiplicidade de vidas
Os monumentos exibem o passado histórico do país, nomeadamente a nível eclesiástico, cuja importância é visível no número de igrejas existente (como a igreja do Sacramento e a igreja dos Italianos). As ruas dão lugar a personalidades célebres, insistentemente recordadas pelas gentes de Lisboa; exemplo disso é a estátua de Fernando Pessoa, considerado um dos maiores poetas portugueses.
Também as actividades  de rua merecem destaque. Vários são os artistas que fazem as delícias dos que passam na rua Augusta, dando cor e distribuindo sorrisos por todos os recantos.
O elevador de Santa Justa é um dos ícones da cidade, permitindo vislumbrar o que de melhor tem a capital do nosso país.
Mas não só do passado é feita a Baixa. As crescentes necessidades do mundo moderno chegaram, também, a este local e hoje é possível passar uma agradável tarde numa das suas esplanadas ou passear nas suas numerosas lojas. A Baixa não perdeu o encanto e cada dia é uma novidade. Afinal, Lisboa ainda tem muito por descobrir!...

sábado, 14 de maio de 2011

Portugal Mais Pobre

Por Carolina Santos   

      A última mercearia da Baixa lisboeta, a Nova Açoreana, encerra este fim-de-semana. É mais uma parte do nosso património cultural que acabamos de perder.
      Mas este é apenas um exemplo. Os lugares e estabelecimentos mais antigos vão desaparecendo à medida que vão surgindo os centros comerciais e os hipermercados. E o que é feito das mercearias na esquina de uma rua, aquelas que vendiam os produtos tradicionais de marcas antigas que já não existem nas grandes superfícies?
      À medida que os nossos mais diversos símbolos culturais vão desaparecendo, Portugal vai ficando cada vez mais pobre. E o que é feito da nossa Baixa repleta de elementos tradicionais que tão bem a caracterizavam?
      É importante pensarmos nisto. Nós estamos lentamente a perder a nossa identidade. Não é que a evolução e modernidade não sejam importantes. Claro que são. Mas mantermos o nosso património é ainda mais, até em termos turísticos.

domingo, 8 de maio de 2011

Eventos Com História

Por Carolina Santos

A exposição que esteve presente na Galeria de Exposição dos Paços do Concelho sobre o centenário do 5 de Outubro de 1910 decorreu até ao dia 29 de Abril. Este projecto oferecia aos seus visitantes um esquema daquilo que foram os acontecimentos que mudaram o rumo de Portugal, bem como uma grande colecção de fantásticas imagens e outras relíquias.
Eventos como este, que nos mostram um pouco daquilo que foi o nosso passado, contribuem, certamente, para uma maior elucidação de todos os acontecimentos e formas de vida que nos precederam. Afinal, eles fazem parte da nossa história enquanto cidadãos portugueses e temos de perceber que a realidade tal como nós a conhecemos passou por diversos sobressaltos e revoluções. É uma falta de respeito para com os nossos conterrâneos não sabermos ou ignorarmos todos os seus feitos, que nos permitem hoje em dia viver da forma que vivemos.
Para além disto, a valorização do nosso passado e a elaboração de exposições como esta permitem criar entre todos nós uma sensação de pertença e de união.
Sendo assim, é de louvar todos estes projectos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ruas, Monumentos e Sentimentos


Por Carolina Santos

Rua Augusta, Terreiro de Paço, Ruínas do Convento do Carmo ou simplesmente o Largo do Chiado são alguns exemplos de zonas muito populares na Baixa de Lisboa.
Ao sair do metro da Baixa-Chiado deparamo-nos de imediato com uma imensa agitação e uma arquitectura deliciosa, típica da zona central da Grande Lisboa. Ao avistar a famosa pastelaria A Brasileira, podemos ver desde logo a estátua de Fernando Pessoa. Damos por nós a pensar que, exactamente naquele sitio onde nos encontramos em pleno século XXI, já ali estiveram em séculos anteriores grandes nomes que adoçam e enriquecem a história de Portugal.
Descendo até ao Terreiro de Paço temos o grande privilégio de avistar o majestoso Arco Triunfal da Rua Augusta. É impossível não ficarmos boquiabertos com tanta imponência! Uma interrogação surge quase certamente nas nossas cabeças: como é que em 1775, ano em que começou a ser construída a primeira versão, existiam técnicas de construção que permitissem que tal fosse possível de elaborar? É, sem dúvida, um emblema da cidade ribeirinha, servindo assim como porta de entrada para o mundo lisboeta.
As ruas de Lisboa estão carregadas de lembranças dos nossos antepassados, um passado que é comum e que pertence a todos nós. Os pólos que aqui foram descritos são apenas alguns exemplos de tudo aquilo que pode ser visto nesta magnífica cidade.

domingo, 27 de março de 2011

DÁ-NOS A TUA OPINIÃO!


Esta secção é também destinada a ti. Mostra-nos os teus pontos de vista (o que mais gostas, o que mudarías) e dá-nos a tua sugestão. Baixa-Chiado, um local a descobrir!

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